Azar, vacilo, doping ou mesmo por opção. Veja grandes atletas, do Brasil e do mundo, que não poderão estar (ou têm grandes chances) nos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro.
Cesar Cielo - Dono de três medalhas olímpicas (uma delas, o ouro nos 50m livres de Pequim-2008), o nadador brasileiro não suprou a má fase e, no Troféu Maria Lenk, não conseguiu confirmar o índice olímpico para os Jogos.
Lionel Messi - O técnico Tata Martino já sinalizou que não usará a estrela do Barcelona na cota acima dos 23 anos do torneio olímpico de futebol. A prioridade para a equipe, segundo o treinador, são os jogos da Copa América e Eliminatórias.
Maria Sharapova - A tenista russa desencadeou a nova crise no esporte mundial: o doping por Meldonium, substância que interfere na circulação de sangue e que foi proibida este ano pela WADA. Sharapova pode ser suspensa, o que a tiraria da disputa olímpica do tênis - ela é a atual vice-campeã olímpica da modalidade.
Atletismo da Russia - Envolvida em um escândalo de doping, a federação russa ainda formula a defesa para vários casos recentes de supostos ocultamento ou manipulação de exames antidoping de atletas do país. Com isso, a IAAF sinaliza que o atletismo russo pode ser excluído dos Jogos, como é o caso da multicampeã Yelena Isinbayeva
Kobe Bryant - O veterano até foi cogitado para integrar novamente o Dream Team, mas acabou recusando disputar o torneio e resolveu se aposentar nesta temporada.
Seleção de basquete da Espanha - Um envolvimento fora do alcance do elenco campeão da Europa pode tirar a equipe de Pau Gasol das quadras cariocas. O envolvimento de clubes espanhois com um novo campeonato europeu pode render punição da FIBA, que deixaria várias estrelas fora dos Jogos.
Tiago Splitter - O pivô da seleção brasileira teve que operar o quadril recentemente, e a previsão de recuperação deve fazer com que ele não esteja na equipe de Rubén Magnano nos Jogos.
Fabiana Beltrame - Uma das principais remadoras brasileiras esbarrou no regulamento olímpico e está fora da Rio-2016. Fabiana obteve o índice com sua companheira, mas uma determinação da Fisa fez com que a CBR tivesse que optar por apenas um barco por gênero a partir do Pré-Olímpico do Chile - acabou por escolher a dupla Fernanda Nunes/Fabiana Cozzi.
Valdivia - Revelação do Internacional, meia de 21 anos lesionou o joelho esquerdo em amistoso da seleção olímpica contra os EUA, no fim de 2015. Correndo contra o tempo por recuperação, Valdivia ainda enfrentou uma infecção pós-operatória, que adiou o início de sua recuperação.
Atletismo do Quênia - A Federação do país ainda não se adequou aos códigos da Agência Mundial Antidoping (Wada) e corre contra o tempo para não ver sua principal modalidade excluída dos jogos - no último Mundial de Atletismo, em Pequim, os africanos foram os vencedores gerais pela conquista de sete ouros.
Vôlei masculino da Rússia - Os atuais campeões olímpicos podem ser excluídos dos Jogos pelo doping do ponta Aleksandr Markin com Meldonium, a substância "famosa" flagrada com Maria Sharapova. O regulamento da FIVB prevê a desclassificação do resultado do pré-olímpico em caso de irregularidade. Assim, a vaga ficaria com a França.
Ricardo Fischer - Um dos talentos da nova geração do basquete brasileiro, o armador de 24 anos lesionou gravemente o joelho atuando pelo Bauru, perdendo qualquer chance de convocação.
Adam Scott - Número 7 do ranking de golfe, o australiano optou por não participar do torneio olímpico (a modalidade está fora dos Jogos desde 1904) por compromissos pessoais e profissionais.
Ricardo e Emanuel - Campeões olímpicos em Atenas-2004, a dupla voltou a se reunir em nome da olimpíada no Brasil, mas acabou fora dos Jogos dentro dos técnicos da CBV. Logo depois, Emanuel acabou se aposentando do esporte.
Pablo Prigioni - Estrela do basquete argentino, campeão olímpico em 2004, o armador optou por não ser convocado por sua seleção.
Ana Cláudia Lemos - A principal velocista brasileira deve pegar um gancho pesado, já que ela foi flagrada no doping com oxandrolona, substância que provoca ganhos musculares
Sueli Pereira - Melhor brasileira da última São Silvestre e com índice olímpico na maratona, a fundista brasileira caiu no doping por Eritropoietina, que aumenta a oxigenação do sangue, o que provavelmente lhe custará a vaga por conta de um longo gancho.
MSN Esportes
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